#chap11 Tumblr posts

  • lightshi
    04.12.2018 - 2 years ago

    Me

    #qoaad spoilers #queen of air and darkness spoilers #kieran kingson#chap11
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  • downwarddnaspiral
    04.12.2016 - 4 years ago
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  • askgiegueandcrew
    19.07.2014 - 6 years ago
    #Spooks #ask giegue and crew #spoilers he didn't really #CogDis#chap11
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  • askgiegueandcrew
    19.07.2014 - 6 years ago
    #Ore #ask giegue and crew #CogDis#chap11
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  • askgiegueandcrew
    19.07.2014 - 6 years ago
    #Niiue #ask giegue and crew #CogDis#chap11
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  • clichesandwich
    26.02.2014 - 7 years ago

    Anna

    O lado esquerdo da cama estava vazio. O celular a acordara as dez da manhã, cerca de meia hora antes.

      - Você sabe que não tive escolha... - A voz de Amanda soava impaciente, como se tivesse qualquer outra coisa mais importante a fazer e isso fosse desnecessário. Se desculpava de um jeito pouco sincero. Desculpas, histórias, ladainha...

      As malas já deveriam estar prontas ha alguns dias, talvez dentro da parte dela do guarda-roupa, talvez debaixo da cama. Definitivamente não havia chance de ter sido uma viagem surpresa. Anna estava tão acostumada às saídas no meio da noite que nem sequer havia acordado. Mais uma vez Amanda resolveu avisar ha quilômetros de distancia, onde poderia falar seguramente, sem chances de ser impedida. Um lembrete, uma afirmação, claramente não estava pedindo permissão ou opinião. Nunca deixava de fazer qualquer coisa que quisesse. Anna suspirou e se deu conta que a voz continuava no telefone. 

      - Amor? - A voz repetiu uma vez - Amor? - Então Anna ela desligou.

      Normalmente pensaria duas vezes antes de desligar o telefone. Mais de duas vezes, uma dezena, então desistiria, diria que não se importava, e que a amava e desejaria uma boa viagem. Mas hoje não. "Não tenho tempo pra isso." pensou, mas tinha. Era um sábado de folga e não havia nada a ser feito. "Não tenho saco pra isso" se corrigiu.

      Não parecia ter força de vontade pra se espreguiçar, então se forçou a levantar sem pensar . Pantufas; espreguiçar; toalha; abrir chuveiro; shampoo, condicionador, sabonete; fechar chuveiro; guara-roupa; chaves... Fez tudo num só movimento consecutivo e automático. Parando apenas quando pisou na calçada.

       Estava chovendo. Anna não sabia ao certo se começara quando estava descendo, ou se havia chovido a manhã toda. Deveria ao menos ter olhado a janela. De qualquer modo não queria ficar em casa.

       Andou a passos largos até a cafeteria pouco depois da esquina. Não desviava das poças, nem tentava se abrigar nos toldos enquanto passava. Não se importava em se molhar. De certo modo não havia saído do modo automático ainda. Andava como uma morta-viva. Anestesiada, vazia. Descerebrada e alimentada por corações. Tentava não pensar em nada. Era assim que se protegia, como se se não pensasse o problema não estaria lá. Mas dentro de si uma voz abafada, começando a tomar força - ou tomando força já ha tempo demais? - a lembrava da dor. Cutucava, irritava,inflamava a raiva.

      Se sentou, pediu um café preto e esperou. Sua mesa favorita, a mais afastada no canto da pequena cafeteria, estava ocupada, então havia se sentado na primeira mesa. Observava pela fachada de vidro a chuva caindo. As pessoas passando com seus guarda-chuvas, botas e cachecóis. Era um inverno gelado em São Paulo, e toda a gente exibia orgulhosamente as roupas pesadas saidas do fundo do armario. Para Anna o dia estava na temperatura perfeita. 

       Seu café chegou em pouco tempo, tomou um gole e observou o vapor subindo e tomando formas. Curvas, circunferências e linhas tênues até desaparecer. Se sentia anestesiada, um tanto vazia. Anna, ao contrário do que deixava transparecer, estava furiosa e desconsolada. 

       Tinha sido um ano difícil, perdera o irmão ais novo. Pensar nisso ainda trazia lágrimas a seus olhos. Não parecia algo a se acostumar.  A saudade era tão grande que parecia se tornar matéria, e acompanhá-la a todos os lugares, como uma sombra. Olhava ao redor e se sentia como num plano diferente, como se a perda a diferenciasse dos outros. Como se todo o resto parecesse leve, e ela uma âncora, fadada a afundar.

       Respirou profundamente e contou até vinte. Era o que fazia para não surtar. Anna, desde sempre, era mais suscetível as emoções do que os outros pareciam ser. As emoções a arrebatavam, torturavam, a fazia querer gritar até que o pulmão explodisse ou as cordas vocais estourassem, o que viesse primeiro. Mas sentava, respirava e se forçava a se acalmar. Fechou os olhos. Estava prestes a transbordar, explodir.

       O problema não era a raiva, era a velocidade que ela minguava dando lugar apenas à tristeza. A raiva era o que a fazia aguentar. Aguentar o modo violento que as emoções lutavam dentro dela. Era sensível demais. Sentia tanto por todos, que por vezes se pegava a funcionar como uma esponja, absorvendo a dor que os outros despejavam nela. Era a que escutava todos, a conselheira. A pessoa que falava com tanta enfase, que fazia os amigos acreditarem que tudo ficaria bem.

       Bem, agora ela precisava de alguém pra dizer que tudo ficaria bem, mesmo que soubesse o quão falsa é essa afirmação. Ela se acostumara a seu jeito melancólico, construindo uma barreira que forçava suas emoções a permanecer intocáveis. Abafadas, escondidas, sufocadas. Anna era quieta, sorria constantemente e provavelmente era a pessoa mais naturalmente triste que qualquer um já havia conhecido.

       E só seu irmão sabia disso. Quem ela tinha agora? Um casamento fracassado, apenas. Suspirou. Bebeu um gole da xícara de café. O pensamento que sufocava finalmente havia chegado a superfície. E era isso que era, fracasso. Já haviam ha muito passado por crises, talvez até já tivessem passado pelo fim. Anna só não queria admitir. Mas já havia admitido pra si mesma, se dava conta agora. Apenas não tinha força pra lidar com uma separação, estava acomodada.

       Tinha a impressão que quando chorasse até as estrelas parariam para observar, tamanha tristeza. Amanda se orgulhava  de não chorar, de não sentir; para Anna era diferente, não chorava por medo de não parar, significava somente ser mais fraca do que deveria. 

        Danilo, se estivesse ali, sorriria e diria que ela era uma criança traumatizada por não ter recebido o devido cuidado. Ela iria rolar os olhos e o chamar de insensível. Os dois iriam rir, e no fim, depois de uma longa conversa, ela acabaria  em seus braços, se permitindo eliminar uma lágrima por vez, pesadas como seu coração.

        Então, enquanto perdida em seus pensamentos, Anna avistou uma mulher sorrindo pra ela, do outro lado da rua. Parecia familiar, deveria estar imaginando. Mas a mulher vinha e sua direção, e olhava diretamente dentro de seus olhos. Ela se aproximava rapidamente, abriu a porta e em pouco tempo apareceu em sua mesa

       - Não estou acreditando - disse. Sua voz macia, o olhar calmo, os olhos escuros, quase totalmente pretos. Apertou o lóbulo da orelha, uma mania nervosa que já havia visto muitas vezes. - Anna?

      Anna se forçou a sorrir. Não podia ser verdade. Era um fantasma do passado bem ali, sólida, parada a sua frente. Com um corte de cabelo diferente, um olhar ainda mais paciente e o sorriso exatamente igual ao de dez anos atrás.

      Muitas vezes na vida, quando tudo parece estar dando errado, as coisas só tendem a piorar. Se tiver sorte, em algumas poucas ocasiões, no meio do desespero pode aparecer algo pequeno, mas bom o suficiente pra melhorar a situação geral. Na maioria das vezes, as coisas só acontecem. Não veem destinadas a nada. Elas simplesmente aparecem e você tem que lidar com elas, e de acordo com isso, a coisa pode se tornar o melhor presente da sua vida, ou o maior pesadelo. Era isso que estava na frente de Anna naquele momento. A garota por quem fora extremamente apaixonada na adolescência. Anna não conseguia se decidir o quão bom ou mau isso poderia ser, mas como pessimista natural, apostou em um problema. 

    - Bianca... Quanto tempo.

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  • endofthewheel
    12.01.2013 - 8 years ago

    Ahhhh, damn

    Oh well. Maybe Logain gets his due. Maybe Nynaeve handles him.

    Still fending off a circle of 27 is no mean thing.

    Also, proud of Rand for showing such remarkable restraint foresight and fortitude.

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  • endofthewheel
    12.01.2013 - 8 years ago

    What??????

    Rand will face Taim already??? Bwhahahahahah you get him, boy!!! Get him and show him what you can do. Turn that arrogant bastard out. Show him your measure.

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  • endofthewheel
    12.01.2013 - 8 years ago

    The best stuff happens so quietly...

    Rand giving Lan the crown of Malkier. Thanking Lan for teaching him…

    “Elayne taught me how to rule, but you…you taught me how to stand. Thank you.”

    Such perfect moments, so quiet and quick.

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  • d-elenasarms
    06.08.2012 - 8 years ago

    Capitulo 11

    Estávamos sentados no sofá. No menor, eu com as pernas do Caio jogadas em meu colo. No outro, Leandra e Bernardo sentados nas extremidades, sobrando um assento no meio, onde o Thomas se jogou logo depois. Conversa vai, conversa vem e eu me lembrei que eu não sabia porque o Bernardo tinha se mudado. Não que isso fosse da minha conta, óbvio. Mas se ele realmente fosse fazer parte do meu grupo de melhores amigos eu teria que saber quem ele é. Não me entenda mal, eu realmente recomecei com ele, mas meu sentimento de desconfiança...desconfiança não...mas de incômodo, ainda continua lá, eu só vou tentar demonstrar menos. - Então Bernardo, qual o motivo de você ter voltado pra Verona? – disse parecendo despreocupada, como uma pergunta casual. - Meus pais ficaram sabendo de um novo escritório que foi aberto pra cá, e como boa parte da minha família é daqui também, a gente resolveu voltar. – me sobressaltei. - Peraí...escritório novo? – disse me ajeitando no sofá. - É. – ele me olhou confuso – Por quê? - Porque meus pais abriram um escritório aqui. – falei. - Não brinca, sério? – ele me olhou assustado. - Juro. Que coincidência! – disse mostrando meu real entusiasmo, ou seja, nenhum. Ele riu nervoso, o que me deixou satisfeita. Continuamos a conversar e eu já estava ficando cansada daquilo. Passar a tarde com os meninos nunca foi motivo para cansaço, mas aquele dia  eu realmente estava cansada. Não fisicamente. Apenas cansada. E estava tentando não deixar aquilo transparecer, mas eu estava com os meus melhores amigos, aqueles que sabem como eu me sinto mesmo se eu levantar todas as barreiras disponíveis. E o primeiro a perceber foi o Caio. Quando todos estavam entrosados nas palhaçadas do Thomas, ele se levantou, chegando com a boca no meu ouvido e cochichando: - Depois eu quero saber o que tá acontecendo. – e ele me olhou com os olhos sérios antes de se deitar novamente. Sorri de leve e acariciei sua perna em resposta.

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