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  • Real Threats to Democracy Still Come From the Left

    Real Threats to Democracy Still Come From the Left

    By:                                       David Linbaugh

    A dark cloud looms over the United States today — a storm cloud of tyranny. All the rest is noise — a diversion.

    If self-congratulatory pats on the back could cause skin damage, Trump haters would have leprosy. Having been on a witch hunt to burn him at the impeachment stake since he took office, they believe they are vindicated…


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    from Democracy for the Few by Michael Parenti

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  • Watch “Arnold Schwarzenegger Compares MAGA Rioters to Nazis” on YouTube

    Sharing because it’s an important message.

    #fuck you trump #good luck biden #democracy#terminator#arnold swarchenegger#youtube
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  • The hard-working politicians who keep our democracy going

    The hard-working politicians who keep our democracy going

    The Maclean’s Parliamentarians of the Year awards: This year more than ever, it’s important to recognize the people in elected office

    This has been a hard year for democracy. A poll by PEW Research Center in 2020 found that faith in democracy around the world is on the decline, and in some surprising places: More than half of people surveyed in the U.K., the United States, France and Japan said…

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  • Por um Brasil moderno, justo e democrático!

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  • Por um Brasil democrático!

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    O Brasil não é um lugar no qual acampam indivíduos sem vínculos políticos e jurídicos comuns. Desde 1988, a democracia é o Norte de todas as relações, a base de todo o direito. Nenhum indivíduo ou instituição pode alegar ignorância do princípio dos princípios que funda a sociedade política e garante a sua existência e finalidade. Causam espécie, portanto, as manifestações reiteradas do presidente da República, de seus assessores próximos e de apoiadores excitados contra a Constituição. Quando a ofensa parte de advogados e de juristas é aberração.

    A análise histórica e sociológica ajuda a compreender as tendências autoritárias do governo e de certos setores da sociedade. Elas estão relacionadas ao processo de transição ao capitalismo industrial e aos obstáculos internos e externos à internalização do desenvolvimento e dos centros decisão. A ruptura de 1964, o golpe dentro do golpe de 1968 e a longa noite de trevas não foram fenômenos ocasionais. Resultaram de barreiras estruturais que somente seriam superadas com a ruptura revolucionária, para a qual não contribuíram as condições objetivas e faltou o ator.

    Por não ter conhecido a revolução burguesa, por ter chegado tardiamente ao capitalismo moderno, o Brasil convive com perversões políticas e jurídicas, exclusão social e temporalidades sobrepostas. A democracia é nossa ambição, mas ela sobrevive mal em meio a uma cultura pública exclusivista e autoritária; a soberania é uma ilusão que oculta dependência e subordinação. Bolsonaro, os militares de seu governo e a patota “do alto” que o apoia são a expressão dessa situação. Não são brasileiros ou democratas, mas capitalistas ou testas de ferro do Capital. De brasileiros tem apenas o nome. É óbvio que atuam pelo mercado em detrimento da sociedade política. Nesta não se enxergam, pois não se veem nos pobres, nos negros, nos oprimidos e excluídos pelo processo histórico e social. Seu horizonte é Miami e toda a sua cafonice. São agentes internos da dominação e da exploração externa.

    No momento em que atingimos a marca de 50 mil mortos, é bom lembrar que o governo se omitiu no combate à pandemia e fez pouco caso de sua gravidade. É preciso recordar que empresários foram contrários ao isolamento e defenderam a realização de atividades não essenciais. É urgente atentar para os manifestos de militares da reserva atemorizando com a ruptura institucional em meio à doença e à mortandade. A vida e a tranquilidade dos brasileiros não importam e nunca importaram. Não somos uma verdadeira comunidade política, mas um negócio que se alimenta de gente; uma máquina de moer gente, como diria Darcy Ribeiro.

    Construir uma sociedade democrática em uma situação retardatária e dependente não é tarefa fácil, mas é urgente. Passa pela intepretação da situação e análise das condições e, sobretudo, pela construção de um projeto, sem o qual a luta política se perderá nas batalhas de curto prazo. O Brasil moderno, justo e democrático, é um ponto no futuro, situado em mundo globalizado sob o império do capitalismo niilista e de sua lógica financeira -mas que será derrotado! Não é um acampamento de pessoas, mas uma nação pautada pelos valores da solidariedade entre os povos e da integração econômica sem subordinação do humano à coisa. Ao trabalho!

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  • #Alexander Fraser Tytler #democracy#quote
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  • O “mercado” contra a democracia.

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  • O “mercado” contra a democracia.

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    Seria a economia intangível ao controle humano, não restando alternativa senão conformar-se às suas leis? A loucura do tempo presente, expressa nas polarizações manejadas pelo governismo refere-se, em última instância, à tentativa de submeter a sociedade política ao mercado. Enquanto os cidadãos sofrem as consequências da pandemia, crises artificiais são geradas para corroer a democracia e interditar a participação. Liberdade apenas para o Capital, sua reprodução desimpedida e sua acumulação privada.

    O fantasma do comunismo é manejado desde as sombras para confundir e pavimentar a escalada golpista. Think tanks, coachings de carreira, evangelizadores e uma rede de pessoas e instituições atuou ao longo das últimas décadas para fazer os humanos acreditarem que o mundo é o que é. A tentativa de torná-lo mais acolhedor é rechaçada como ação de esquerdistas ateus. E chegamos à situação atual, na qual o trabalhador precário se considera empreendedor e se entrega aos aplicativos que lhe sugam a alma.

    Incapaz de vislumbrar futuro alternativo, o humano mergulha num eterno presente desprovido significado. Sua imaginação definha até o ponto de somente encontrar sentido nas coisas, no consumo de bens não essenciais que satisfaçam o vazio interior causado pela atomização. Na ausência de laços substantivos, a ideia de destino comum desaparece e todos os derivados do individualismo tomam o seu lugar alimentando o maquinismo da economia desimpedida: inveja, ressentimento, ódio. A emulação passa a determinar as condutas.

    A luta contra as medidas de isolamento social é um sintoma do fenômeno. Quando empresários fazem campanha contra a suspensão temporária das atividades agem movidos pela aflição: entregam vidas humanas para saciar o desejo crescente de coisas que expressem, no estilo de vida, status e poder. O único objetivo de toda a existência vivida em linha reta é acumular. Fanatismo de consequências perversas, difícil de ser curado, pois o fanatizado é vítima dos produtos de regiões nebulosas de sua mente (Marx).

    Quando o ministro da economia proclama o fim da “festa” das viagens internacionais das  empregadas doméstica, reafirma a disputa política por reconhecimento econômico e social; proclama que o acesso a certos padrões de consumo constituem privilégio e demarcam posição (Veblen). É óbvio o seu nenhum apreço pela democracia e o seu fanatismo. O mundo é  uma força da natureza. A “boa” economia descreve suas leis e todo o resto é ideologia e inutilidade, como pensa outro ministro, o da Educação. Para este, somente são úteis os saberes voltados à produção imediata do lucro. Em sua monomania, tudo o que um ser humano é, ao longo da vida, está resumido na sua condição de coisa econômica.

    A democracia é incompatível com essa forma de conceber a vida a partir da economia. Se esta existe em si mesma e impõe os seus motivos aos homens, determinando seus pensamentos e suas condutas, não há autonomia. Logo, não é possível a política e o autogoverno. Apenas, obsessões individuais e luta contra o que se considera obstáculos à realização dos desejos, tais como os limites legais e institucionais baseados na delimitação do público e do privado e na busca de sua síntese na forma de bem comum. O capitalismo anárquico celebra suas orgias e tenta impor sua lógica destrutiva acenando com ameaças imaginárias aos gritos de comunismo.

    Humanos inúteis são o resultado de uma longa construção. O desenvolvimento das técnicas e das tecnologias -com a automação, a racionalização do trabalho, o cálculo e o controle- criaram uma grande massa de pessoas em disponibilidade, sem qualificação e identidade. Executando tarefas vulgares, sem laços de pertencimento e solidariedade com os demais trabalhadores, enxergam a si próprios como únicos, em competição -ou será guerra civil? – com os demais no empreendimento de seu mundo. A evangelização pelo mérito e a demonização do Estado cumprem um papel ordenador de suas relações para fora. Ao praticar a sua exteriorização, estes, na verdade, cumprem a profecia de impotência contida na economia que os coisifica e aliena. “A ilusão de riqueza prostitui a sabedoria” (Nuccio Ordini). E entregam-se como gado ao matadouro de democracias.

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  • USA After Trump - Bernie Sanders Vs Joe Biden? Mark Taylor-Canfield & Hi…

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  • Acumulação de riqueza e genocídio.

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    Enquanto avançamos feitos locomotivas desgovernadas rumo ao abismo, Brasília não emite sinais de sensatez. O presidente e seus assessores optaram pela guerra cultural ao custo do desfibramento social e da vida dos cidadãos. Talvez acreditando realizar uma missão purificadora, relacionada à destruição de um socialismo imaginário, aniquilaram a um só tempo e em meio à pandemia as estruturas de proteção ao trabalho, de promoção da saúde, da educação e da cultura. Os ministérios do trabalho e da cultura foram extintos; os da saúde e da educação estão acéfalos. Falta norte e sobra confusão.

    O discurso oficial procura justificar a loucura brandindo um certo liberalismo econômico e uma peculiar teologia de prosperidade. Em defesa de valores morais particularíssimos, fez do Estado uma trincheira na luta contra o pluralismo, a democracia e os valores inscritos na Carta Constitucional. O resultado é a linha direta com a tradição autoritária, elitista e antipopular que forjou a sociedade e suas instituições, herança da escravidão e do exclusivo agrário. A novidade é o deslocamento da matriz ibérica, que cede lugar a um plágio fora do lugar de um ethos protestante, inexistente em nossa sociabilidade cotidiana.

    Ao impor a sua agenda ao debate político, o governo investe contra a civilização brasileira, busca descontruir a história da formação e, o pior, rejeita setores da população. Não bastasse, impõe uma lógica que oculta, por traz da defesa do indivíduo, uma premissa totalitária, segundo a qual as ideias e visões de mundo destes seres que busca criar deveriam ser iguais. Essa uniformidade pretendida é típica de uma concepção abjeta, que subverte o verdadeiro respeito à individualidade. O princípio da igualdade na sociedade pressupõe a criação de condições que favoreçam o desenvolvimento pleno da personalidade humana em toda a sua extensão e variedade, sem óbices de qualquer espécie. Liberais verdadeiros sabiam disso. Basta ler Alexis de Tocqueville e John Stuart Mill atacando a uniformidade enquanto conciliam democracia e liberdade.

    Os nossos arquitetos da destruição, obcecados com a criação de uma mercado absolutamente livre, no qual as pessoas e o ambiente nada mais são do que insumos, qualificam como subversão toda a contestação e jogam a sociedade numa espécie de guerra de todos contra todos. Ao investir no abandono e na desinformação, criam as condições ótimas para o inferno social. Divididos e desorientados, os cidadãos já não conformam uma comunidade política de destino, mas um conjunto de interesses concorrentes acampado num mesmo território em luta por recursos escassos. A violência molecular é o desaguadouro da obra cuidadosamente encetada.

    O crescimento da intolerância, a cultura da morte, o ódio contra o diferente e as mais variadas formas de violência que povoam o cotidiano brasileiro são um sintoma grave do caráter dessa espécie de estado de natureza em que a sociedade foi atirada. Com frieza, o grupo no poder serve os acumuladores de riqueza daqui e do exterior e degrada a política e a convivência social.  As pessoas, tal qual autistas, presas em seus mundos interiores carregados de fantasmas, culpas e temores, investem contra os próximos e os distantes, contra tudo que ameace ou contrarie. No ápice desse processo, se o atingirmos, já não haverá vencedores e perdedores; apenas o vazio. A nova direita no poder, seja lá qual a sua designação -conservadora, evangélica, neoliberal, antiglobalista- terá realizado a sua obra de destruição, conforme as palavras de Bolsonaro em Washington, no ano de 2019: “O Brasil não é um terreno aberto onde nós pretendemos construir coisas para o nosso povo. Nós temos é que desconstruir muita coisa. Desfazer muita coisa. Para depois nós começarmos a fazer”.

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  • Three books to help you understand right now

    Three books to help you understand right now

    I promised this year some book recommendations as part of my little blogging experiment, but I’m going to apologize in advance: a lot of what I read (and, in some cases, listen to) aren’t exactly cheerful, but they definitely end up being incredibly informative on a lot of levels. I’ve decided to start with the three books below because in many, many ways they help to frame the situation that we…

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  • O Bolsonarismo é um projeto neoliberal eugênico.

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  • Fascismo bolsonarista.


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    Não é mais possível tolerar o desprezo do presidente, de seus ministros e de parte da elite econômica pelos brasileiros. A ausência de compostura diante da agonia dos pobres e dos trabalhadores revela a face do governo e de quem o apoia. Eles são fascistas.

    Fascismo, ao menos em uma acepção, diz respeito a totalitarismo -uma concepção centrada na figura de um homem, partido ou movimento, que almeja deter o monopólio do Estado e de suas instituições e, a partir daí, da sociedade. É uma forma de domínio contrária ao pluralismo e à democracia. Madeleine Albright, secretária de Estado dos EUA durante o governo de Bill Clinton, argumenta que os adeptos desta ideologia são pessoas violentas, que dizem falar pela nação, mas não se preocupam com os direitos dos outros enquanto buscam os seus objetivos (Fascismo, um alerta. 2018).

    Bolsonaro e os seus nunca esconderam a intenção de promover o que chamam de limpeza do país. Em sua mentalidade política, eivada de fundamentalismo religioso e teorização econômica da pior qualidade, o trabalhador é secundário em relação ao lucro e sua apropriação privada. Logo, tudo o que seja obstáculo à coisificação do ser humano merece ser eliminado. O fascismo se alimenta da criação de inimigos e de sua destruição. É a perversão da democracia liberal sob o capitalismo desavergonhado.

    Madeleine Albright, que é professora de pós-graduação em Georgetown, num de seus cursos discutiu com seus alunos o fascismo e sua especificidade. A conclusão foi de que ele é uma forma de tomar e controlar o poder, que se nutre da mágoa das pessoas e de seu desejo de fazer parte de algo significativo. Seu fervor é alimentado pela ridicularização dos outros, dos que são vistos como inimigos. Contra estes, vale tudo: desde aparelhar currículos escolares para criar os homens e mulheres íntegros, até partir para a ação direta. Não é o que vimos e o que vemos dia após dia pelo Brasil? Não é o que a turba faz contra os demais, contra os que ousam reivindicar o direito ao contraditório?

    Essa gente germinou sob a democracia e ousa afrontá-la num golpe de oportunidade. O ridículo de sua simbologia já não faz graça, pois é impossível rir do horror. Seus lemas e suas práticas de perseguição às minorias encontram eco em quem tem uma compreensão distorcida da realidade. Esta tem sido pacientemente construída por manipuladores de todo o tipo travestidos de empreendedores, homens de negócios, evangelizadores, comunicadores, palestrantes motivacionais. Sob o manejo destes ilusionistas, pessoas comuns convertem-se em membros de uma horda para a qual a ignorância é potência. Seu único lema é a meritocracia contra a preguiça, o vício, a presunção dos degenerados de esquerda. E chegamos ao momento presente.

    Enquanto os brasileiros padecem, fanáticos destilam ódio e recuperam a fraseologia e a estética fascista. Não bastasse, malucos invadem hospitais estimulados pelo liberticida de plantão. E caminhamos para o abismo crendo não haver distinção entre sanidade e loucura. Talvez, ao contrário do que afirmou Walter Benjamin em sua tese 6 sobre o conceito de história, hoje somente os mortos estejam a salvo.

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  • A healthy democracy does not need a division-size force to safeguard the incoming president in its capital. Generals and admirals in a thriving republic do not have to enjoin the troops against “violence, sedition and insurrection” or reaffirm that “there’s no role for the U.S. military in determining the outcome of a U.S. election.” A nation secure in the peaceful transfer of power does not require 10 former defense secretaries to remind their successor that he is “bound by oath, law and precedent to facilitate the entry into office of the incoming administration.”

    But even this is not the principal threat we face. Nobody is going to take control of the U.S. government by force. The extremists are capable of bloodshed, but they cannot stop Joe Biden from taking office. Their resurgence is, however, a symptom of genuine danger to our constitutional order.

    Here is the nub of our predicament. Donald Trump attempted democracide, and he had help. The victim survived but suffered grievous wounds. American democracy now faces a long convalescence in an environment of ongoing attacks. Trump has not exhausted his malignant powers, and co-conspirators remain at large.

    I do not mean to be taken figuratively. The president of the United States lost an election and really did try with all his might to keep the winner from replacing him. He did his level best to overthrow our system of government, and tens of millions of Americans marched behind him. But a coup d’état in America had seemed so unlikely a thing, and it was so buffoonishly attempted, that the political establishment had trouble taking it seriously. That was a big mistake.

    [T]he manufacture of ersatz evidence by Trump’s legal team—hundreds of pages of affidavits, doctored video clips, and wild speculation about international conspiracies—built momentum among even mainstream Republican voters for the belief that something had gone badly wrong with the election.

    The Republican Party, meanwhile, was shifting its posture. GOP politicians had begun by saying only that Trump was entitled to his day in court. As Trump’s wild lies began to echo around right-wing disinformation centers, the party’s leaders began to repeat them. Eighteen Republican state attorneys general joined a lawsuit asking the Supreme Court to invalidate the votes cast in four blue states. Nearly two-thirds of Republicans in Congress joined the suit as well.  

    The elected Republicans had to know they were lying. But Trump voters, astonished that he had lost, were exposed to a stream of intricate stories about dead people casting ballots, a Venezuelan plot to control voting machines, late-night deliveries of suitcases stuffed with fake Biden ballots. The manufactured evidence got nowhere in court, but it dominated the right-wing discourse.

    Trump and his party brainwashed tens of millions of people with a proposition that could only lead to violence. What choice is there but rebellion against a pretender to the throne? Sedition, for Trump’s true believers, became the patriotic choice.

    During Trump’s attempted coup, political actors did the right thing at the moments when the power of decision was directly in their hands. The Republicans who stayed true to the law, who chose to follow their duty, were the ones who had actual power to move events. … But when it came to concrete, meaningful steps—when state officials could actually have reversed an outcome by decertifying a vote or appointing Trump electors—there were enough Republicans who would not cross that line.

    Even Vice President Mike Pence, at the moment of final decision, declined Trump’s demand that he claim the unilateral power—nowhere granted him by law—to strike down state election results. This prompted shouts of “Hang Pence!” from the insurgents who poured into the Capitol that afternoon. Senate Majority Leader Mitch McConnell chose that same moment—the formal acceptance of the Electoral College vote—to make his first definitive break with the president.

    These are useful starting points. Our democracy can begin to heal itself if it rewards and honors people who did the right thing and punishes those who wrought the worst damage upon it. Republicans who want to make amends for election denial can speak the truth now and speak it loudly.

    This is what we’ve come to. Simply doing the right thing, doing your fucking job, is the bar for heroism in America. wtf

    #Aaron Van Langevelde is a hero #Brad Raffensperger is a hero #trump is a threat to democracy #trump is a threat to national security #trumpism#insurrection#sedition #republicans are a threat to democracy #democracy#us constitution#anti authoritarian #Aaron Van Langevelde #Brad Raffensperger
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  • Years later, Michigan officials are made to answer for Flint water crisis

    Rachel Maddow looks at how former Michigan Governor Rick Snyder’s suspension of democracy brought about the mistakes that created the Flint toxic water crisis, and only now is Snyder, along with other officials, being held to account for their role in what happened.

    The entire Flint water crisis was set in motion by Rick Snyder signing into a bill into law that gave him the right to declare an emergency anywhere in Michigan for any reason and appoint an emergency manager who could overrule mayors and town councils and who didn’t have to answer to the voters. Rick Snyder granted himself dictatorial powers, and the people of Flint paid the price for his overreach.

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  • O beijo da morte.

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    Fomos beijados pela morte. Faz tempo. Não percebemos.

    Aceitamos a candidatura de um ser abjeto como normal. Toleramos o intolerável. Rimos com os “humoristas” da TV em seus programas notadamente fascistas. Aceitamos a lacração como método e deixamos os imbecis dominarem as redes sociais com suas teorias conspiratórias, sua exposição ridícula. E deu no que deu.

    Hoje, professores e pesquisadores são humilhados em sua labuta cotidiana por apologistas do dinheiro, cretinos fundamentais que desconhecem o artesanato intelectual, o esforço sincero para descobrir, entender, transmitir.

    Cozinheiros tolinhos, vendedores de inutilidades e publicitários substituem anos de estudo, pesquisa e esforço com sua fala desprezível e, nem ao menos, são tão sublimes como o caixeiro viajante do Arthur Miller, que vendia a si mesmo todos os dias.

    O homem simples, o homem comum das ruas, que constrói o mundo com o seu trabalho produtivo todos os dias, está condenado à condição de coisa, separado de si, vendo o mundo como algo inacessível, distante. Incapaz de saber que ele próprio é o mundo e nada mais.

    Liberais, austríacos, experts em nada. Que importância isso tudo tem diante do mal absoluto?

    No final, sempre soará a hora final. E perguntaremos por quem os sinos dobram.

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