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  • Eu sou a Mariana e estou escrevendo direto d’A Toca da Coelha

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    Originally posted by burnreelblog

    No começo da década de 70, a Hammer lançou essa trilogia inspirada em Carmilla, obra do escritor irlandês Sheridan Le Fanu que foi lançada em 1872. Primeira vampira da literatura, ela também criou a imagem da vampira lésbica e virou um clássico da literatura gótica. Um fato curioso; Bram Stoker leu Carmilla e algumas coisas até o inspiraram na hora de criar Drácula.

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    *Ingrid Pitt no papel da famosa vampira*

    Apesar de importante, parece que essa vampira não é tão explorada, mesmo tendo aparecido em alguns filmes, games, animações, TV e teatro, com certeza a maior homenagem foram os filmes da Hammer. Vou comentar rapidamente cada um e sem spoilers.

    Carmilla: A Vampira de Karnstein (The Vampire Lovers, 1970)

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    No primeiro filme da trilogia, Carmilla é interpretada por Ingrid Pitt. Essa jovem misteriosa chega no meio de um baile e chama a atenção de todos. Após uma emergência, sua suposta mãe precisa ir embora e deixa “Marcilla” - ela sempre faz um anagrama com o seu nome verdadeiro para disfarçar - para se hospedar na mansão do General Spiersdorf, personagem de Peter Cushing. Jovens ficando doentes, tendo pesadelos, morrendo inexplicavelmente, rondam a região e ninguém suspeita que a culpada é a bela Marcilla. Esse filme já mostra que sensualidade é um fator muito forte nessa trilogia. A personagem de Pitt atacada todos, mas o seu alvo são belas mulheres e por isso tem algumas cenas mais intimas entre a vampira e suas vítimas.

    Luxúria de Vampiros (Lust for a Vampire, 1970)

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    Nesse filme a vampira sedutora é interpretado por Yutte Stensgaard e usa o nome Mircalla. Ela entra em um internato só para mulheres que fica praticamente ao lado do castelo de Karnstein. Misteriosamente, uma jovem aluna some, claro que foi mais uma vítima de Carmilla, mas ninguém sabe e vira um grande problema para a direção do local. Dessa vez não vemos muito o relacionamento da vampira com outras mulheres, é algo bem mais rápido, nesse filme são os homens que ficam obcecados por ela e tem até uma situação de romance. Achei o mais fraco dos três.

    As Filhas de Drácula (Twins of Evil, 1971)

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    No último filme da trilogia, Carmilla aparece só alguns segundos e foi interpretada por Katya Wyeth. O destaque fica com as gêmeas Maria e Frieda, interpretadas pelas coelhinhas da Playboy Mary e Madeleine Collinson. Outro destaque é a volta de Peter Cushing, no papel de um homem muito religioso que persegue mulheres, as acusa de bruxaria e as queima na fogueira. Gustav Weil (Cushing) vai receber as sobrinhas em casa porque elas acabaram de ficar órfãs. Maria tem mais medo, teme o tio e fica mais em casa, enquanto Freida fica fascinada com o castelo de Karnstein e aceita um convite do conde que fez um ritual para poder virar vampiro. Eu acho esse o filme mais interessante, além de ter um pouco mais de ação, ainda tem uma crítica contra fanáticos religiosos e machistas.

    Essa trilogia não é uma grande obra do cinema, tem suas limitações e problemas, mas acho que vale a pena ver. Principalmente porque é bom ver uma mulher vampira, ainda mais após saber que ela veio antes do Drácula e não tem tanto destaque. Eu espero que alguém resolva trazer Carmilla de volta para as telas, pode ser do cinema ou da TV.

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  • Eu sou a Mariana e estou escrevendo direto d’A Toca da Coelha

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    Originally posted by contac

    Outro dia me deparei com uma lista do Buzzfeed perguntando, “quantos filmes dirigidos por mulheres você já assistiu?”. Fui lá marcar os filmes e no final foram poucos, mas sinceramente, a lista não foi muito justa, vários filmes de romance, de comédia romântica, tinham 3 da Sofia Coppola, ou seja, não foram tão abrangentes. Eu já postei 10 filmes de terror dirigidos por mulheres e, como essa lista está crescendo, trouxe mais 5 hoje!

    1 - Relic (2020) - Dir. Natalie Erika James

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    Três gerações de mulheres lidando com a velhice, suas dores, seus dilemas e medos. 

    2 - Síndrome de Berlim (2017) -  Dir. Cate Shortland

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    Uma jovem turista americana se envolve com um homem alemão que acaba com sua liberdade e seu emocional. 

    3 - Quando Chega a Escuridão (1987) - Dir. Kathryn Bigelow 

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    Um rapaz se apaixona por uma moça misteriosa que faz parte de uma gangue de vampiros bastante problemática. 

    4 - Honeymoon (2014) - Dir. Leigh Janiak 

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    Um casal vai passar a lua de mel na casa de campo da família dela. Só que algo muito estranho começa a acontecer com a jovem noiva. 

    5 - Os Tigres Não Tem Medo (2017) - Dir. Issa López

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    Uma menina perde a mãe para traficantes e vai se juntar com outras crianças na mesma situação para conseguir sobreviver. Um dos melhores filmes que vi no ano passado. 

    Vou continuar fazendo listas assim, conforme for lembrando e assistindo mais filmes. 

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  • I just finished Butterfly Kisses on Amazon.

    It’s a fictitious movie, framed as a documentary on found footage. This film maker finds these tapes of film students trying to summon a local legend, the Blink Man.

    The found footage is a supporting character by the film maker trying to prove its authenticity. He’s desperate and obsessive to prove himself with these tapes.

    Are the tapes faked? The documentary crew follows the process of technical checking and fact checking its sources. Every detail is speculated and scrutinized. I had to do this in school for the Lumberjack. Anything is doubtful. It’s a conspiracy rabbit hole.

    I wish the ending left it more open ended. The ending felt as flustered as the documentary crew did with their content. It started as a quest to find out if the blink man is real and how far people are willing to go to prove that. The ending seemed to veer in the direction that it is real and it does kill people. But it’s the last minute of the movie that bothers me. The student film maker recorded her final moments on this found tapes. Basically if you blink you die, that’s the short way of explaining the movie. So she gouges her eyes out, overlayed with some scrambled footage, revealing her bloody face with perfectly round and white eyeballs on her cheeks. I’m convinced she rubbed ketchup on her face and put googly eyes on top. I don’t know that it made me so disgruntled. Yeah, it showed that a girl went mad, but I feel like that shouldn’t have been the last thing you see before credits. Maybe it’s because I always wrote my pieces with a conclusive ending and that’s the journalistic thing to do for stories.

    If it wasn’t aiming for the boring horror elements like blood and jump scares, it would’ve been scarier. How bleak would the ending be if it showed that nothing was proven. It leaves the characters terrified of unanswered questions, but I don’t feel that same terror.

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  • Keeping up with Amazon Prime Video

    Come i miei affezionati follower di Ig sapranno questa settimana ho deciso di vedere 1 film al giorno no matter what, per sfoltire la mia lista amazon video.

    Per non rendere superfluo questo sforzo molto presto ne farò un breve rassegna qui su tumblr.

    Stay tuned (stavolta lo faccio sul serio)

    Il-pipistrelloh

    (instagram:@il_pipistrelloh)

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  • I have been a movie geek and a book worm since i started watching the world and reading the words and i love to discuss politics.

    I have always loved talking & discussing  movies,books and politics and that’s what i will be doing here i will be posting that stuff here. 

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  • Eu sou a Mariana e estou escrevendo direto d’A Toca da Coelha

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    Originally posted by contac

    Continuando com os meus posts comparando o filme original e o remake, hoje é a vez de The Evil Dead (1981) vs Evil Dead (2013). Contém alguns spoilers.

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    No filme da década de 80 dirigido por Sam Raimi, um grupo de amigos, 3 mulheres e 2 homens, vão passar uns dias de descanso em uma cabana isolada. No remake dirigido por Fede Alvarez, mais uma vez um grupo composto por 3 mulheres e 2 homens vão passar uns dias em uma cabana isolada, só que o motivo é diferente, é para ajudar Mia ( Jane Levy) a ficar sóbria, pois ela tem problemas com drogas. Eu achei esse detalhe interessante porque o comportamento e a vontade de ir embora da personagem, são mais questionados e encarados como uma tentativa de fuga.

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    No original eles acham o Livro dos Mortos e uma fita com o áudio de um arqueólogo contendo todo o estudo dele sobre o tal livro. No filme de 2013, um dos integrantes do grupo, também acha um livro, cheio de avisos para não ler, deixar em paz, mas lógico que tudo isso é ignorado. Nos dois filmes um clássico do terror: mexer com o que não deve. Abrem o livro, leem o livro, ouvem a fita e é lógico que despertam uma força demoníaca que vai fazer um estrago. Cheryl é a personagem que fica mais sensível, tenta fugir e é atacada pelos galhos demoníacos. No remake, Mia é que passa pela situação. Eu acho que a cena dos galhos no meio da floresta, muito tensa e difícil de assistir nas duas versões, mas na de 2013 ficou mais pesada ainda. Não demora muito para elas ficarem totalmente possuídas e irem para o porão. O resto é muito parecido, aos poucos os outros personagens vão sendo possuídos, principalmente as personagens femininas e um “final boy” que precisa lutar contra aquela situação. No primeiro filme é o Ash (Bruce Campbell) e no remake é o David (Shiloh Fernandez), a diferença é que ele é irmão da Mia, então lidar com a irmã possuída é mais difícil. E aí começam as diferenças, principalmente em termos técnicos.

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    Com certeza Sam Raimi tinha menos dinheiro para fazer o filme e dá para perceber na falta de qualidade da maquiagem. Muito ruim, muito falsa e feia mas não num sentido bom. Tem alguns momentos que você vê que colocaram luvas nas mãos da atriz e até aparece um pouco da pele dela. Na tentativa de querer deixar tudo horrível e nojento, usaram muita gosma e até stop motion com bastante larvas. Mas a coisa mais irritante do original, com certeza, foi a escolha de certos sons emitidos por algumas personagens. Uma delas tem uma risadinha extremamente chata, aí durante a morte de uma personagem, ela fica dando um grito insuportável que parece que não vai acabar nunca. Não deu medo, só me deixou irritada. E Ash é o sobrevivente da história, o que me deixou bastante surpresa, já que achei o personagem um pouco fraco. Não vi os outros filmes que vieram depois, mas pelo jeito ele ficou mais interessante, porque é única maneira desse personagem conseguir segurar uma franquia que tem até série.

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    No remake a maquiagem é mil vezes melhor, bem mais realista, bastante nojenta e sanguinolenta. Aliás, Evil Dead (2013) é um dos filmes que mais usou sangue falso na história do cinema. A relação entre irmãos, David e Mia, é mais explorada e você se importa um pouco mais com aqueles personagens. Quando você acha que a nova versão vai seguir a tradição do “final boy”, tem uma reviravolta e Mia acaba virando uma ótima final girl. Ela vai ter que lutar para sobreviver, após ter sido possuída e se livrar do demônio que não vai desistir facilmente dela. Além de perder os amigos e o irmão, ela ainda perde um braço. Mas não desiste e luta até o final. Considero uma das melhores final girls dos últimos anos e a atuação da Jane Levy é praticamente perfeita. E tem essa cena memorável:

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    Posso estar sendo um pouco tendenciosa, já que assisti ao filme de 2013 antes do original, mas não mudo minha opinião, ainda acho que esse é um caso do remake ser melhor. Usou a mesma base da história, arrumou os problemas, teve mais qualidade e ainda deu mais destaque e protagonismo para uma personagem feminina. Mas entendo que o filme de 81 virou um cult, um trash que muitos fãs do terror gostam e imagino o impacto na época que foi lançado. No fim, é sempre bom ver o original e o remake para poder falar e entender melhor as referências.

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  • Eu sou a Mariana e estou escrevendo direto d’A Toca da Coelha

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    Originally posted by lovecraftcountry

    Fui assistir achando que era uma coisa e no fim foi outra. Post sem spoilers.

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    Lovecraft Country, ou Território Lovecraft, do autor Matt Ruff, foi criado para ser uma série misturando problemas reais com os sobrenaturais. Mas a ideia foi rejeitada, lá nos meados de 2007, então acabou virando um livro que foi publicado em 2016. É em formato de antologias, histórias separadas focadas em cada personagem, que são interligadas. Eu não li o livro e só vou comentar o senti assistindo a série da HBO.

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    Criada por Misha Green e produzida por Jordan Peele e J.J. Abrams, a série segue Atticus, personagem de Jonathan Majors, que vai atrás do seu pai que desapareceu e acaba descobrindo vários mistérios sobre sua família. Tanto o livro quanto a série, se passam na década de 50, durante a época das Leis de Jim Crow, que eram extremamente racistas e aumentaram a segregação racial no sul dos Estados Unidos. Os personagens principais são negros, então eles enfrentam o terror da vida real além de monstros e magia. Mas pelo nome da série, eu esperava ver mais do terror cósmico de H.P. Lovecraft, mais monstros cheios de tentáculos, aliás o primeiro episódio passa essa impressão. Só que não é bem assim, tem mais magia do que eu esperava e isso me causou uma estranheza. Os problemas com racismo eu já esperava, tem algumas situações que são difíceis de assistir, mas no fundo elas são extremamente necessárias. Também achei os personagens bastante humanos, ninguém é perfeito, nem o personagem principal que poderia ser o herói perfeito da história, ele está longe disso. Todos tem seus altos e baixos, suas qualidades e defeitos e assim eles ficam mais próximos da realidade. Achei as personagens femininas muito interessantes. Todas mesmo. Letitia ( Journee Smollett) é bastante corajosa. Ruby (Wunmi Mosaku) sempre tem os seus motivos para suas ações. Ji-Ah (Jamie Chung) sofre entre o bem e o mal. Christina (Abbey Lee), que seria a vilã, tem seus bons momentos e quer ir contra o machismo. Só achei meio aleatório a Hippolyta (Aunjanue Ellis) saber muito, mas muito mesmo, sobre astronomia e física, mas não deixa de ser uma personagem interessante. E tem Diana (Jada Harris) que desde nova já sabe os problemas que vai enfrentar por ser negra. Na verdade o elenco todo é bom com ótimos atores. Série da HBO sempre tem qualidade e gostaria de destacar a produção de arte. Cada figurino maravilhoso, viu!

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    Mas não classifico como uma série perfeita. Por ter episódios longos, alguns com mais de 1 hora, acaba tendo os seus altos e baixos, não é muito fácil manter o ritmo desse jeito. As surpresas e reviravoltas são o que mantém a sua curiosidade e vontade de ver o próximo episódio. Também achei a história da magia, da irmandade, do sangue e etc, um pouco confusa em alguns momentos. Personagens que sabem de assuntos complicados e conseguem memorizar um idioma que nem existe mais, tudo com muita facilidade, me incomodou um pouco também. Porque assim, a história se passa em quanto tempo? Um mês? Dois meses? Ninguém tem muito tempo para memorizar um ritual com um idioma estranho, mas aí o personagem fala como a maior naturalidade, como se estivesse falando uma receita de bolo. E no último episódio eu fiquei um pouco perdida.

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    Num geral, eu diria que é uma série boa e que vale a pena assistir. E uma vez eu vi alguém, que infelizmente eu não lembro o nome, falar que a melhor maneira de adaptar e usar o Lovecraft, é usar personagens negros, já que o escritor era racista. Eu não sei se vai acontecer uma segunda temporada mas se tiver vou assistir. Ficaram algumas pontas soltas, mas também se não tiver, vai ser o suficiente como uma minissérie. Ou seja, de qualquer jeito, tá tudo certo.

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