#oscar Tumblr posts

  • Hello Everyone! I am the admin of this new Snake Blog!  Here I will be posting All things Snake and Black Butler alike. I might also make this into a part time imagines blog in the future.  Right now I guess this is more like an RP blog for the time being so if you have any questions for Snake then I am sure he will answer as best as he can! Right now, I will just be uploading and re-posting Snake and Black Butler things. ♥♥♥ Feel free to ask me, Harmony, questions too! 

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    Parasite (2019)

    #parasite#oscar#movie quotes#movie#movies#korean#koreamovie#legendas #series e filmes #trechos de filmes #frases de filmes #imagem filmes
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    Oscar gots a new collar too

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    Robin Tunney attends the Monster Jam Celebrity Event at Angel Stadium on February 23, 2020 in Anaheim, California.

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  • #good times#vibes #me chame pelo seu nome #filme#oscar #call me by your name #oscar winner#movie#gay#love#life
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  • Emma Stone (2020)

    Portrait, illustration of the Academy award winner actress.

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  • Oscar'lı Filmler

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    Bu ve birazdan paylaşacağım film bana bildiğimiz klasik Hollywood filmlerin ötesinde bir parça sanat filmi hissi veriyor. Şöyle izah edeyim hem bir Hollywood filmi yüksek bütçeli, haliyle de kaliteli, hem bir sanat filmi temposuyla ruhuyla.

    Roma, iki farklı kadının erkeklerden yedikleri kazıklar sonrasında ayakta kalıp yeni hayatlarını kurmaları üzerine, kısacası bir kadın hikayesi filmi, bu nedenle az bulunur ve kıymetli. Film zaten oscarını da aldığı üzere muazzam görüntülere sahip, siyah beyaz ama net, pırıl pırıl; sabit bir kamerayla geniş açılı uzun planlar. Mesela hizmetçi kızın evi toparladığı sahne, kamera hemen hemen bütün kata hakim bir yerde sabit, hizmetçi o odadan çıkıp öbürüne giriyor falan bunu hiç sıkmadan uzun bir süre izletiyor, vay be dememek elde değil. Çocukların denizde dalgaların arasında kaldığı sahne de çok iyiydi mesela, kamera yine sabit ve uzakta, buna rağmen nefesimi tutarak izledim bu sahneyi. Arabanın garaja sokulmaya çalışıldığı sahne, sonra kadının arabayı kanırta kanırta aynı yere sokması en sonunda da kendine küçük bir araba alması hoş detaylardı.

    Filmde kadın hikayesinden hariç dönemin Meksika'sıyla ilgili siyasal okumalar da yapmak mümkün, dönemi güzel yansıtmış, bana geçti o his. En çok da neyi üzülerek fark ettim biliyor musunuz; oranın asıl sahiplerinin yani yerlilerin toplumsal sınıflandırmanın en altında yer alıyor olmalarını. Sömürgeci güçler topraklarını ellerinden alırken bu insanların payına da önce kölelik sonrasında da hizmetçilik veyahut militanlık düşmüş, yazık.

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    Yıla damgasını vuran, sinema salonlarını şenlendiren, izlemeyenin dövüldüğü, yerlere göklere koyulmayan yapım; müthiş mi müthiş ama öyle yorumlar görüp duymuşum ki arşa değen nitelikte o da beklentiyi etkiliyor haliyle ve beklentimin karşılanması açısından değerlendirmek gerekirse biraz puanını kırabilirim, ne kusuru var dersen bulamam o ayrı mesele :) Temponun düşük olması diyeceğim belki ama başta da söyledim oscarlar bir miktar da sanat filmi tadı olan yapımlara gidiyor artık. Mesela “Parazit” izlemediğim için yorum yapamıyorum ama ödülleri sildi süpürdü, buna rağmen ülkemizde çok fazla sinema salonunda gösterilme imkanı bulduğunu söyleyemeyiz, neden o da bir sanat filmi, ancak Akademi hakkını iyi verdi.

    Joker'e döneyim diyorum ama neyini anlatayım ki zaten biliyorsunuz; kostümünden müziğine, kurgusundan oyunculuğuna kusursuz. Filmden akılda kalanları şöyle bir sayıp kapatalım konuyu; izlerken insanı sinir eden o kahkahalar, insanın yüreğini burkan ezilmişliğin bir canavar yaratması ve sürecin adım adım gelişiminin anlatımının muhteşemliği ile bizim o canavarı sevmemiz, haklı bulmamız ve canlı yayındaki o cinayet ile içimizin yağlarının erimesi, Batman ile irtibatın güzel bağlanması. Sonunun V for Vandetta'ya bağlanan devrimsel meselesinden hoşlanmasam da Joker'in unutulmaz filmler kategorisine eklendiği kesin.

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    Will Smith Fish

    #shitpost#will smith#oscar#shark tale#photoshop #for your own sake keep photoshop as far from my reach as possible
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    • Ozma: Oscar.
    • Oscar: Professor Ozpin? Am I sleeping or...
    • Ozma: In a way yes we're in a dream and in here I'm Ozma. It's time for the meeting.
    • Oscar: Meeting?
    • Ozma: Yes. I forgot to tell you. Once a month We and the others I've shared a body with over my reincarnations discus current events and past events...we're bored.
    • Oscar: So like a council?
    • Ozma: Exactly. Welcome to-
    • *opens a large door revealing a coliseum with thousands of people standing or sitting*
    • Ozma: -THE COUNCIL OF OZ!
    • One guy in the far far back: AND BARRY!
    • Ozma: *Sign* Ozwald we've been over this.
    • Barry: MY NAME IS BARRY! YOU DICK!
    • Ozma: Don't listen to him. He's the only one.
    • Oscar: ...Everyone else's name starts with "Oz"?
    • Ozma: Right and that's the first thing on the agenda. We're changing your name to "Ozcar."
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    rockin the bare-sleeves because I don’t want to draw his jacket

    #rwby#oscar#art #cinnamon with powers
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  • Oscar Award Winning Popcorn Honestly YUM

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  • I mean… She’s just the most adorable human being

    Motherhood suits her so well

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  • O Menino do Pijama Listrado é um filme que EM NADA me emocionou. Só faz focar nos olhos azuis do filho do nazista e antes da metade do filme você já percebe o que vai acontecer. É tão óbvio, mas tão óbvio, que a vontade de continuar assistindo vai embora;

    Uma vez inventei de assistir Der Untergang seguido por A Lista de Schindler: ótimos filmes, péssima ideia. Nunca mais na vida irei revê-los. Me embrulharam o estômago, passei tão mal que vomitei enquanto chorava;

    A guerra do ponto de vista de uma criança acreditando que aquilo é um “jogo” - história inventada pelo pai enquanto ambos eram prisioneiros num campo de concentração, a inocência contra o horror: A Vida é Bela tem um roteiro muito original. Lembro da minha família inteirinha chorando no final do filme na Tela Quente, e eu feliz porque o menino GANHOU UM TANQUE, não era isso que ele queria? Eu era criança e vi o filme com os olhos de criança, conduzida por aquele personagem. Meu filme “de segunda guerra” favorito até então era A Vida é Bela, até então. Porque, para a minha própria surpresa, agora é

    JOJO RABBIT.

    Eu nem sei como explicar Jojo Rabbit e o tanto de emoções que esse filme me provocou. Vou culpar o roteiro, que até ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, porque realmente está de parabéns. O enredo é assim:

    Jojo é um nazistinha de dez anos, rs. Sim, nazistinha. Ele é uma criança alemã de profundos olhos azuis e cabelos loiríssimos, que sonha em ser soldado de Hitler. Além de sonhar em ser soldado, tem Hitler como melhor amigo imaginário. Um Hitler tão carismático e cheio de bons conselhos que NINGUÉM quis fazer esse papel, então Taika Waititi, o diretor, teve que assumi-lo. Jojo é um garoto cuja imaginação flui mais que cabelos ao vento e, por viver a época do nazismo e pela tão pouca idade, não sabe que o nazismo é errado (parece um eleitor de Bolsonaro sim). Ele acha normal matar judeus. Para Jojo, judeus têm chifres, fedem a enxofre, são a personificação do diabo na Terra e merecem o extermínio. Uma cria de Adolf Hitler quase perfeita, não fosse pelo fato de que Jojo é incapaz de matar até uma mosca.

    O filme começa com Jojo muito aflito, porém feliz em seu primeiro dia de aula na Juventude Hitlerista. Mas um acidente faz com que o garoto tenha que se desfazer do seu sonho de ser soldado. Após a recuperação, passando muito tempo em casa, Jojo descobre um segredo da mãe.

    Sua mãe é Scarlett Johansson (mas o segredo não é esse). Seu pai está lutando na guerra e ninguém o vê ou tem notícias dele há bastante tempo. A mãe de Jojo é uma mulher fora do comum não só pelo segredo que esconde, mas também por ser uma mulher desejosa de que a guerra acabe, o que Jojo não quer. Está com Scarlett um dos melhores diálogos do filme:

    “- É isso que é ser mulher? Fazer coisas como beber vinho?

    - Claro, você irá beber. Champanhe, se estiver feliz. Champanhe, se estiver triste. Você irá dirigir, fazer apostas, se quiser. Terá diamantes, aprenderá a atirar. Poderá ir ao Marrocos. Ter amantes. Fazê-los sofrer. Olhar um tigre nos olhos. E confiar sem medo. Isso é que é ser uma mulher.”

    Até aqui o filme é aquela comédia de Sessão da Tarde, então você se pergunta quando que a guerra vai mesmo estourar pra esse menino ter consciência do horror, embora já seja terrível ver crianças pegando em armas, manuseando-as. Mas o horror na vida de Jojo vem muito antes dele enfim compreender que judeus não são esse bicho de sete cabeças que ele imagina. O horror vem da perda e essa perda provoca susto e lágrimas em quem assiste. 

    Jojo Rabbit é gêmeo de A Vida é Bela: o ponto de vista de uma criança na guerra, com seus momentos engraçados e dolorosos. Traz uma leveza incomum para filmes de guerra, que A Vida é Bela já não tem tanto assim - e por isso é Jojo Rabbit meu favorito, minha surpresa inesperada entre os filmes premiados no Oscar, eu não esperava amar tanto. Para quem quer um filme leve e ao mesmo tempo reflexivo, não vejo melhor opção.

    E assim, meio fora de contexto, vale destacar também a participação de Sam Rockwell, pelo amor de Deus, que homem. Incrivelmente desperdiçado fazendo advogados de defesa em filmes “sérios”, mas aqui mostrando seu potencial como nazista bêbado e literalmente salvando a vida de Jojo antes que o filme termine.

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  • PARASITA.

    Primeiro, o filho. Ele recebe a proposta de emprego de um amigo: fingir ser o tutor de uma estudante do colegial de classe alta. “Fingir”, porque Ki-Woo não se formou em universidade alguma, mas essa é a chance que ele tem de livrar minimamente a família da pobreza - uma família que mora em um porão apertado, furta wi-fi do vizinho e expulsa homens bêbados que tentam urinar em sua janela.

    Depois, a irmã. Essa é a gênia do crime. Falsifica os documentos de Ki-Woo transformando-o em um prodígio. Vai parar na casa dos ricaços a fim de desenvolver as habilidades artísticas do caçula baseada em uma psicologia fictícia. Também é ela quem leva o próprio pai para ser motorista. E esse pai dá um jeitinho de levar a esposa, que se torna a governanta.

    Assim começa Parasita, “uma comédia de costumes”, você pensa. Os costumes dos ricos, porque eles são engraçados: a dona da casa é uma dondoca riquíssima, aquela que serve unicamente ao lar e se desespera sempre que o marido chega em casa. Segura um dos cachorros nos braços o dia inteiro. Facilmente é enganada pelos empregados, só falta ela entregar as chaves aos “parasitas” - o que acaba fazendo. O dono da casa é um homem de negócios: empresário milionário do ramo tecnológico, quase 100% nem aí para os problemas na casa, permitindo que a esposa os resolva. 

    Parasita ganhou quatro prêmios no Oscar - Melhor Filme, Melhor Filme Internacional (antes chamado Melhor Filme Estrangeiro), Melhor Roteiro Original e Melhor Diretor para Bong Joon Ho - e merecia ganhar mais. Mesmo. Lembro de Joon Ho dizendo, quando recebeu o primeiro prêmio, que levaria sua equipe para beber muito naquela noite. Quando chegou no prêmio mais importante e esperado, ele já não tinha palavras.

    Quando eu era criança, diziam que o inglês seria “o idioma do futuro”. Se há dez anos me dissessem que a Coreia do Sul seria uma potência nas artes, eu não acreditaria. Afinal, o que tínhamos há dez anos? Psy. Hoje o k-pop e o k-beauty são conceitos dominantes. Nunca na vida assisti a um filme coreano e também foi a primeira vez que um filme não falado em língua inglesa recebeu os principais prêmios do Oscar. Já vi série coreana - dolorosamente interminável e açucarada demais, o que gostei - mas a perspectiva de um filme é complexa e dá uma bela chinelada no cinema norte-americano. Parasita parece uma produção de Hollywood, mas sem a interferência americana, o que torna essa obra superior.

    O conflito de fato começa quando os até então “parasitas” - a família pobre - descobrem que não são os únicos “parasitas” na casa dos patrões. 

    Me emocionei muito assistindo porque eu sei o que é ser pobre. Não exatamente miserável, mas comecei o filme rindo daqueles jovens caçando wi-fi alheio (quem nunca?) e terminei chorando com todos os momentos em que as diferenças de classe social foram evidenciadas: do “cheiro de pobre” tornando-se o deboche da família rica; até o momento da chacina, quando o dono da casa pergunta o que o motorista está fazendo tentando salvar “aquela gente pobre” (sua filha, esfaqueada), ao invés de pegar o carro para levar o caçula desmaiado ao médico.

    Parasita tem a iluminação como coadjuvante nessa história: é sempre escuro onde os pobres estão. E plenamente luminoso nas cenas que envolvem os ricos. Existe uma linha divisória clara entre a vida “deles” e a “nossa”. A pobreza é universal. Parasita é tão universal, que poderia se passar em qualquer lugar do mundo. É um filme coreano, mas também é o Brasil. Da comédia migra para o suspense e, sutilmente, se transforma em terror.

    Parasita é sobre todos nós.

    #blog#parasita #coreia do sul #Bong Joon Ho #cinema coreano#oscar #luta de classes #classe social#Cinema#Oscar 2020
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