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  • Daily Sketch: Marianne

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  • A mistake the side of Liberty made is not that they were ignorant about the mass being passive, ignorant, and naive. Both the Liberty side and Leftist side were well aware of it.


    The actual mistake the side of Liberty made was assuming that educating the mass with truths will cure of the mass of thir ignorance and side with Liberty. The reality is that the mass will easily reject any truths that are inconvenient to them, not just by ignorance, but also quite willingly. They often accept and prefer promises that are lies that makes them feel better, regardless of logical impossibility of those promises being fulfilled.


    This indicates that the side of Liberty should make more pragmatic choices, learning from the Left.

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    Eu realmente não faço a mínima ideia de onde, ou de quando surgiu essa onda de tomar café. Uma bebida outrora associada a pessoas mais velhas, mais esnobes e ditas “cultas” e que hoje é consumida em doses cavalares por jovens em todos os pontos cardeais, alguns deles, diga-se de passagem, e é preciso assinalar, bebem também para ter a sensação de serem mais velhos, mais esnobes e mais “cultos”, atitude que faz com que o café fique mais azedo, mais estéril e mais sem graça, como é a vida deles. Não tenho o menor pudor de assumir que faço parte daqueles que vivem atrás de café, assumo meu vício como uma bandeira, embora eu saiba que um dia meu organismo vai cobrar a conta, e ainda agora minha xícara está em repouso ao lado do notebook enquanto escrevo essas memórias. De fato, não sei se me dou ao hábito por gosto real ou por um capricho. Mas eu gosto da sensação que isso, seja lá o que for, me traz. Das coisas que se tem para viciar acho que o café está na lista dos “socialmente aceitos”. Mas café é bom, sério. Serve inclusive de subterfúgio para correr de alguns pequenos males necessários, como a rotina, ou como professores ruins, e que nos tomam por completo.

    Por falar em rotina, no início do ano de 2017, estávamos meus colegas e eu naquela primeira semana de aula que faz as crianças do ensino primário ficarem absolutamente felizes e que deixa os níveis homicidas de jovens adultos à flor da pele. Uma quinta-feira sofrida, massante e quente, daquelas tardes estúpidas que fazem com que o mais atento dos alunos comece a contar estrelas aleatórias sem nem mesmo ter anoitecido, se distrair com um corte de cabelo ou rabo-de-cavalo bem amarrado ou ficar imaginando se os marimbondos teriam força suficiente para quebrar a parede de vidro e invadir a aula para levar todo mundo daquele lugar. A melhor parte daquilo tudo foi ser acordado por alguém, talvez a professora, dizendo que daria uma pausa para uma espécie de reunião. Para sobreviver com integridade e dignidade naquilo que se falhou ao chamar de aula a primeira coisa que pensamos foi no café. Talvez o efeito da cafeína nem seja o mesmo em nossos organismos, mas concordo com o paradoxo de que o “placebo é eficiente”. A sugestão primeira foi a tradicional cantina, lugar onde a “tia” serve café tradicional em copos pequenos e plásticos. O único problema é que lá se transforma em uma espécie de campo minado: pode ser que hoje o café esteja fraco, amanhã esteja forte e mais tarde, no mesmo dia, esteja ridículo. “Ah, mas tem o café da COFIC”, sugeriu alguém. Nunca tive a curiosidade de saber justamente a que se refere a sigla “COFIC” (quando escrevi esse texto eu já havia descoberto), só sei que se refere a alguma entidade ligada ao Pólo Industrial de Camaçari. Para mim ela está ligada a duas expressões básicas que são “lugar dos eventos” e “máquina de café”. Conversando com um colega de classe uns dias antes fui informado de que existia um prazer especial em caminhar duas léguas na distância da curiosidade só para arrancar um copo gratuito de café naquela máquina, que, em tese, era só para visitantes. Fomos, então, visitar.

    Éramos cinco e o sol não estava lá essas coisas, era sol de verão com preguiça de ser sol. Por discrição não vamos com nomes, mas lembro do jovem alto com ambições altas como ele e com vontade de realiza-las, lembro de outro com um sorriso engraçado e um humor que me agradava, lembro da moça que tinha o poder de refletir o pôr-do-sol nos olhos, lembro de um músico com vontade de ser escritor e um cara que conseguia transformar o presente em eternidade com o clicar de um botão. E tinha eu, cuja única característica relevante era não se conhecer direito. O caminho até o que chamam de COFIC é deserto e pode ser até assustador, mas isso era só um detalhe naquele dia. Algumas vezes faz mais susto ficar dentro de uma sala quente. Caminhada pouca e chegamos meio desconfiados ao lugar. Uma ou duas pessoas divagando, demos aquele “boa tarde” com uma mão atrás e outra na frente, meio com cara de turistas, e fizemos as honras: elogiamos o gramado, a calma, as cores, tudo conversas à toa e destilando terceiras intenções. A primeira coisa que miramos no vestíbulo principal foi a magnífica máquina de café. Era das grandes, quase um Transformer, parecia conter bastante em seu interior, e o melhor: café era só uma das opções. Ficamos uns três ou cinco minutos remanchando e contando vantagens, meio que para dizer que não tínhamos ido ali somente para dar um quebrão no “café da COFIC”. O mais escroto foi o barulho que a maldita fazia na hora de servir. Primeiro que o bipe do botão lembrava uma bomba C4 do Counter Strike e segundo que um trator seria mais silencioso. Fizemos de tudo para sermos discretos mas parece que não ia adiantar muito, porque toda aquela barulheira denunciava o nosso real objetivo. “Que capuccino bom da porra” - me disse um - “Não tem café que dê nesse aqui” - anunciou o outro. O clímax da coisa é querer repetir: “Pegue outro ali pra mim, vá”.

    Depois de várias sopradas e de vários palavrões para descrever o quanto aquilo era maravilhoso, isso já no caminho de volta, e com o sabor ainda na boca, ficou decidido que aquele lugar e aquele café seriam nosso refúgio. Um momento do dia para repensar a semana e fazer uma espécie de retiro espiritual, mesmo que nem todos fossem chegados a esse tipo de pensamento. Existe metafísica bastante em se buscar café, não é comum, pelo menos nessa correria do dia-a-dia, nos dedicarmos a coisas simples, nem que seja tomar um café sem pensar em nenhuma outra coisa. Eles podem até não ter percebido de fato, mas celulares e particularidades do mundo lá fora haviam ficado realmente lá fora para ceder lugar a conversas sem nexo, piadas de mau gosto, lembranças de duplo sentido e a companhia um do outro. “Isso daria uma crônica legal” - alguém comentou, talvez tenha sido eu mesmo. O resto da aula não teve a menor graça, mas ainda tínhamos o gosto de café na boca e a esperança de qualquer dia sair da aula e fazer aquele mesmo caminho.

    P.S.: fomos outro dia, como prometido, mas fomos barrados na porta.

    P.S. 2: este texto é baseado em fatos reais, mas o autor faz uso de licença poética.

    - Carlos Eron Junior

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  • “no busque romance , busque negocios” -bio de usuario de instagram

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  • Millennium Bridge and St. Pauls Cathedral, London, 2010.

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    #haunting of bly manor #the haunting of bly manor #miles wingrave #benjamin evan ainsworth #peter quint #oliver jackson cohen #life#keys#key#locked#locked rooms#people#locked room#locked people#different locks#different
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  • Otra vez que escribimos tristes sin saber nada, deseosos de que nuestros sueños fueran realidad. ¿En que realidad vivíamos?

    No entendemos el significado de nunca jamás. No entendemos el significado de que es el amor. Solo conocemos desamor y un profundo dolor del cual ni sabemos porque pero nos alcanza todo nuestro ser. Dejar entrar a alguien y que nos rompiera de aquella forma. 

    ¿Todavía sigues leyendo esto, sabes que es mentira todo lo que has podido notar?, lo único real son tus sentimientos y la forma en la que te has desenvuelto en ese mar de dudas incomprendidas.

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  • “But, those radical Left is not the majority… blah blah.”


    This is another issue that is hard to get people to understand: Who the actual majority is may be insignificant or irrelevant.


    Political demographics consists of various groups of minorities of political conviction exerting influence on the ignorant majority who mostly do not care nor understand politics. That is true of any political system that ever existed or currently advocated.


    Minority that effectively controls the majority can even coerce the majority to accept policies, even the type the majority oppose. It is ideal if the majority agrees or likes your politics, but more important thing is actually the majority having perception that you are in control. This may be unfortunate from the point of view that we want people to be intelligently supporting liberty. However, as long as the majority is passive, ignorant, and naive, this will remain the reality.


    I have no reason to think what is called “political correctness” is the ideology advocated by the majority, but the majority is being controlled by the minority who does advocate it. At the same time, the people are baffled by people in another country conforming to a dictatorship those people say they hate.


    The perception of one faction being in control has an effect of self-perpetuation as the sheep like majority will self-censor and self-regulate to conform with the power they perceive to be in control.


    While I oppose the anti-liberty ideas of Leftists, not everything they teach is wrong. We can certainly learn something from the Leftists. As far as the nature of the mass and how the mass is used for a political goal, the Left has the most accurate and effective knowledge without competition.


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  • People on Facebook are getting after me for providing a brownie recipe in the metric system of measuring when someone asked.

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  • “The more I read, the more I acquire, the more certain I am that I know nothing.”

    - Voltaire

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  • tami williams for oscar de la renta pre spring 2021 lookbook

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    I don’t know who needs to here this but.. ⬇️

    Not every person you meet in life will have the best intentions for you 👏🏾

    Not every man will give you the love and respect you deserve 👏🏾

    Not every friend will want to see you shining and slaying life 👏🏾

    Not every family member will agree with your lifestyle choices and support you 👏🏾

    As a high value woman you need to activate your mute button and routinely filter out the noise. Never seek to play low value people at their own game, you will always lose and they would’ve re-upped their low vibrational energy, at YOUR expense.

    If you really want to show people how better off you are without them, how capable you are and how most likely you are to succeed……


    STOP GIVING THEM SO MUCH POWER OF YOU 🥂

    REFOCUS YOUR ENERGY ON TO YOURSELF 🥂

    PUT YOURSELF FIRST 🥂

    FORGET THESE PEOPLE EXIST AND LEVEL UP 🥂

    Life has obstacles and people are going to do what people do. Don’t waste an ounce of your energy dwelling. It’s time to start excelling!

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  • Mumiah Guardian Angel Born March 16 to 20

    Mumiah Guardian Angel Born March 16 to 20

    Mumiah guardian angel is the chief collaborator of the Archangel Gabriel, and the governor of the energies of the Moon – the unconscious forces that form the images of our inner self. He is the angel closest to the Humans, the one who turns all our dreams into reality. Indeed Mumiah grants people the grace and power to carry out everything they have started.

    With his help, any experience…

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  • #TodayInHistory - January 18

    #TodayInHistory – January 18

    January 18 – Some important events on this day
    350 👉🏼 Roman Emperor Constans is deposed by General Magnentius who proclaims himself the new Emperor
    532 👉🏼 Nika uprising against Emperor Justinian I in Constantinople fails, 30,000 killed by troops loyal to the Emperor in the Hippodrome
    1535 👉🏼 Francisco Pizarro founds the city of Lima in Peru
    1591 👉🏼 King Naresuan of Siam kills Crown Prince Minchit…


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  • A fun piece I did that features my boyfriend, myself and two of our mutual friends, and our love of the hobby of flying drones. Our mutual friend commissioned this of me for us to have eventually on shirts. We are the Four Quadsmen. 

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  • At least I’m lucky enough I don’t miss the ones who left me. None of them was worth my time, and I still have the ones who matter by my side.

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