#suspense Tumblr posts

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    Do you trust the snake,
    let it slither around your neck?

    Apartment by @hyba

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  • “Ethan? Can I talk to you?”

    #sophie #I'm a lover challenge #ts4 #the sims 4 #sims #the sims 4 legacy #sims 4 legacy #ts4 legacy#lock legacy#the sims#drama#story#suspense
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    In keeping with the topsy-turvy times, Annie & Kathryn wander off their usual course and cover a listener-suggested episode of The Alfred Hitchcock Hour. A nurse-strangling serial killer is on the loose, but Stella and Nurse Ames are convinced they will remain safe if they keep all the doors and windows locked. But ARE all the windows locked? And will Stella’s forgetfulness turn out to be her undoing?

    Burn-o-Meter: 6.5
    Overall Rating: 8.75 unlocked windows

    #good evening #good evening podcast #alfred hitchcock #alfred hitchcock presents #alfred hitchcock hour #metv#television review#classic tv#horror#suspense#mystery#television
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  • “He spoke of tortured souls So outrageous the toll You can lose all you have He refused to give in to the town that takes all…” -Akira Yamaoka

    Word count:

    2722

    Chapter:

    1 (The Message)

    Warnings:

    Mentions of death; mentions of drug/physical abuse; mild language.

    Keep reading

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  • Short spooky Stories

    I’m working in one now and I’m enjoying it. •taking a break - currently• Hope y’all are enjoying them, if you’re reading them. Horror is my favorite movie genre.

    #gore#horror#thriller#suspense#paranormal#scifihorror #check back later #human law #jacquelyn nicole castillo #the jacquelyn nicole show
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  • Olár, amores mio! Abril começou e eu consegui iniciar o mês com três novas leiturinhas como eu havia planejado nesse post AQUI. O livro Batismo de Fogo eu terminei já na prorrogação, ou seja, na madrugada do dia primeiro antes de ir dormir, daí horas depois comecei o primeiro livro do mês que é A Torre da Andorinha, sexto volume da saga The Witcher. 

    Até o momento que eu postei esse post, estou em 44% do livro, e tenho que dizer que está sendo o livro mais chato da franquia, pois está tendo uma chuva de personagens aleatórios e que tem pouca importância para o enredo. 

    Como sempre nos livros de The Witcher, há muitos saltos de tempos, sendo esse livro o pior de todos, pois ele está sendo contado como se fosse um flashback de vários personagens. Então são poucas cenas no presente e a maior parte são narrações passadas. A maior parte está sendo contada pela Ciri, pois vimos no livro anterior que ela estava sendo perseguida por um assassino contratado e o sexto livro começa quando um eremita, Vysogota, encontra a Ciri machucada, na famosa cena em que ela consegue a icônica cicatriz no rosto. 

    Quando ela se recupera é que sabemos que ela lutou com Skellen e saiu machucada, mas também a vemos falar que se sente traída por quem ela amava (Yennefer, Geralt, sua avó) porque eles mentiram e a deixaram sozinha, enquanto seu grupo de amigos, Os Ratos, que apesar de serem desordeiros ficaram ao seu lado.

    Essa narração especificamente foi o que me deixou brava de ler, porque ela desconsiderou totalmente o fato de que eles se “sacrificaram” por ela, como também não passou nem por um segundo pela cabeça a possibilidade de que eles pudessem estar procurando-a. Ademais, ela própria também não foi atrás de ninguém ou se preocupou em saber se estavam vivos. 

    Achei esse pensamento muito mesquinho e infantil, mesmo para alguém que passou por tudo o que ela passou, pois de fato ela enfrentou muito sozinha, mas desde o momento em que ela encontrou o Geralt e, por conseguinte, a Yennefer, eles se preocuparam em protegê-la e mantê-la longe de Nilfgaard o máximo que conseguiram.

    A partir daí ela começa a revelar os fatos que antecederam o momento em que o eremita a encontrou, sendo a narrativa intercalada por outros personagens em outras situações. Eu realmente não estou gostando muito desse livro. Tem um excesso de violência e cenas desnecessárias de cunho sexual, como Bonhart deixando a Ciri, uma menina de 14 ou 15 anos, nua na praça de uma cidade, ou um cara que tenta estuprar ela novamente, ou o fato da Ciri ter feito uma tatuagem na virilha, expondo suas partes íntimas para todos que estavam presentes. 

    Eu entendo que há muita coisa pesada na época em que se passa a narrativa, lá pelos anos 1230-1300, mas acho que o que pegou mal foram cenas forçadas que não precisaria estar ali. Novamente, a série é fantástica, só esse livro que não anda me agradando.

     Já o segundo livro que comecei a ler — pois são sempre três livros que eu leio simultaneamente — é o aclamado A Mulher na Janela. Por algum motivo eu achei que esse livro era curto, mas caí do cavalo, porque ele tem 352 páginas, mas tudo bem. Já que eu comecei vamos continuar. 

    Eu não sei o que dizer desse livro ainda, apesar de eu já ter lido os primeiros vinte capítulos. Eu já sabia que o começo da narrativa ia ser a parte mais chata e pela própria temática de suspense psicológico, é natural a ambientação ser mais demorada e explicada, mas até agora foram mostradas coisas que me deixaram curiosa para prosseguir a leitura, como por exemplo, saber o que aconteceu com a Anna, a personagem principal e a narradora do livro, vez que está escrito em primeira pessoa. Sabemos que ela se separou, sua filha foi com o ex-marido com quem ela ainda mantém contato e desenvolveu uma espécie de agorafobia, por isso espiona os vizinhos pela janela, mas não sabemos ainda o porquê de tudo isso ter acontecido. 

    Uma coisa que eu achei muito interessante é que a profissão dela é psicóloga infantil, mas ela ainda ajuda outros pacientes com outras doenças mentais, como depressão, trauma, etc. em sites online, enquanto ela própria se trata com um psiquiatra. Na vida real eu diria que é antiético e moralmente errado, mas ao mesmo tempo é legal mostrar que nem mesmo psicólogos estão imunes a problemas de ordem psicológica e que ao passo que ajudam, muitas vezes também precisam ser ajudados. 

    Já o último livro que eu comecei a ler também é Jonathan Strange e Mr. Norrell. Esse é o livro mais longo que eu lerei até agora, pois minhas metas e cronogramas são do primeiro semestre apenas, e parece que ele é eterno, porque geralmente, em um capítulo longo, algo em torno de meia hora à uma hora de leitura, gera uns 5% da leitura do livro.

    Mas nesse livro, um capítulo inteiro é apenas 1% de progresso, se isso. Dos doze capítulos que eu li, eu progredi apenas 12% da história, ou seja, ele dura para sempre e sinto que eu não estou progredindo na leitura, mas um ponto positivo é que a história parece promissora, apesar do personagem principal me irritar.

    O livro se passa em um universo fictício em Londres de 1807, onde os mágicos não são pessoas que fazem magia, pois ela foi abolida da Inglaterra, mas sim estudiosos da magia. Eis então que uma pessoa pergunta para o Grupo de Mágicos de York por que os mágicos não fazem magia? Essa pergunta inicia uma avalanche de mudanças ao descobrirem o Mr. Norrell, um mágico que faz uma mágica em uma catedral na cidade de York e muda todo o costume secular de não fazerem magia. 

    Eu conheci esse livro pelo canal de livros no Youtube, chamado Navegando. O booktuber, Bruno, sempre indica livros muito bons, os que eu li por indicação dele, eu gostei bastante. Inclusive foi lá que eu conheci o livro O Tribunal das Almas, meu suspense policial favorito. 

    Em suma, é um livro que tenho bastante expectativa de gostar, mas depois de Enraizados, que comecei a odiar do meio para o final, estou até com medo de ler esse livro, mas estou me mantendo otimista. O Mr. Norrell que por enquanto me irrita muito, pois a personalidade dele parece de um menino mimado, mas com a arrogância de um suposto gênio que se acha mais inteligente que todo mundo.  Então só espero mesmo que a história fique boa, porque até agora poucas coisas interessantes aconteceram. 

    Essas foram as minhas leituras agendadas e, por enquanto, mantenho o cronograma de leitura em ordem. Se eu conseguir manter a rotina até o meio de maio, já começo a planejar as leituras do segundo semestre, mas por enquanto só vou adicionando livros em “Quero Ler” no Skoob. xD

    É isso. Se alguém quiser compartilhar o que anda lendo ou acrescentar um comentário nesses livros que eu citei, fiquem à vontade, estou aqui para falar de livro mesmo. Beijinhos de megawatts de luz! <3

    #Diário da Leitura #começo do mês de abril #tri-leituras #a torre da andorinha #a mulher na janela #Jonathan Strange e Mr. Norrell #fantasia#suspense #fantasia de novo
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  • En ces circonstances particulières, nous avons réalisé, à défaut de pouvoir y jouer en direct, un montage vidéo montrant la manière dont l’escape game aurait dû se dérouler en conditions réelles. 

    La vidéo étant trop volumineuse pour être publiée directement ici, nous vous avons concocté un lien Google Drive qui vous permettra d’y accéder, et qui plus est en haute définition. Pas de temps à perdre, c’est par ici!

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  • Resenha - A Menina do Fim da Rua (Laird Koenig)

    Instigante, misterioso, intrigante. São algumas das palavras que posso utilizar para descrever este livro.
    “A Menina do Fim da Rua” é um livro que não pode ser julgado pela capa - e, de fato, não aconselho que o façam, pois eu cometi um grande erro ao fazê-lo. Ganhei-o juntamente com uma pilha de livros velhos e levemente surrados de uma prima e, infelizmente, não tive muito interesse de lê-lo até a semana passada - alguns anos depois de ganha-lo. Qual não foi a minha surpresa ao lê-lo e perceber, com um grande pesar, do tempo em que perdi não conhecendo essa história, no mínimo, surpreendente.
    O livro de 1973, do autor americano Laird Koenig, inicia-se no Halloween, no dia do aniversário de treze anos de Rynn Jacobs, em sua casa em um pequeno povoado nos Estados Unidos. Rynn aparentemente mora com seu pai, um poeta, e sua história é marcada por diversas visitas que a garota recebe ao percorrer do livro, o qual vai desenvolvendo a trama.
    Para ser sincera, iniciei minha leitura sem saber ao certo do que se tratava, pois o livro em si não contém nenhuma sinopse, e preferi lê-lo às escuras, então não sabia muito bem o que esperar. Foi a melhor escolha que eu fiz, afinal, tornou toda a leitura ainda mais prazerosa.
    Sua narrativa, em terceira pessoa, é de fácil leitura, porém firme, de palavras muito bem escolhidas pelo autor. A trama nos faz sentir-nos como um de seus personagens à espreita, doidos para abrir as cortinas da casa ao fim da rua e descobrir o que se passa. Desse modo, apesar dos fatos muito bem descritos, não podemos deixar de ficarmos absortos e inteiramente curiosos ao ler a história, descobrindo tudo à seu tempo certo.
    Não há quem leia-o e não se apaixone por Mario Podesta e sua personalidade marcadamente simpática, porém sorrateira - mágica, diria a própria garota; ou mesmo que não se estresse juntamente com Rynn e o restante dos personagens diante da presença dos Hallet. Não há como não criar pelo menos um calorzinho bem no fundo do coração pelo policial Miglioriti e sua postura paternal. Todos os personagens tem suas personalidades bem destacadas e posturas bem acentuadas.
    Tudo isso sem mencionar seu final, que, com falta de uma palavra que pudesse de fato descrevê-lo, eu diria simplesmente que é genial, e, assim como o restante da trama, nos leva a um mar de mistos de emoções dos quais ficamos pensando por dias…
    De qualquer forma, dito isto, é um livro que, sem dúvidas, me surpreendeu completamente . E, para você que, assim como eu, gosta de livros de suspense com uma pontinha de poesia, daqueles que você só tem vontade de se sentar em uma confortável poltrona com uma boa xícara de chá e biscoitinhos de amêndoas enquanto se delicia com uma grande história; com toda certeza irá se deleitar ao ler este livro.

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    I wrote some stuff if you’re bored an you like to read! It’s on Wattpad, I’d really appreciate it if you gave it a chance! Bearing the feather is complete but I plan to add more to the Patchwork Sins!

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    Listen. Can you hear the walls speak?
    Can you hear them breathe?

    Apartment by @hyba

    #writeblr#apartment#teaser#hyba#suspense #click image for better quality
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  • Ghouls (2017)

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    Elder vampire returns to a village 20 years later to kidnap a woman so he can be a daywalker. It was titled “Vamps” on prime but don’t let the title throw you off. This movie is all business. It’s in Russian but features a good story and some nice action scenes even though it’s technically a horror. If you enjoy vampires, you’ll enjoy this one.

    Where I Watched It: Amazon Prime (remember it’s title is “Vamps” on prime)

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  • im watching a quiet place for the first time

    i guess tonight is as good a night as any for fucking pANIC

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  • One Mississippi. Two Mississippi. Three Mississippi. That’s how we count the storm. However high we count, that’s how far away the centre of the storm is. We count hurriedly trying to push it further and further away from where it really is. 

    Mama says that if it’s eight miles away then we can go play outside, so we count fast. We count fast so that maybe the storm is further away, because when six Mississippi becomes seven Mississippi, and seven Mississippi becomes eight Mississippi then we can go play in the rain. 

    Mama doesn’t believe us when we tell her but she doesn’t want to keep us cooped up either, so she lets us go. She kisses each one of us on our head and opens the porch door. 

    We all burst out onto the big wrap around porch and see the rain falling in nice fat drops. The smell of the clear air heightens our excitement and the rumbling thunder provides a sense of calm. 

    They say that whenever it rains its God crying, some say he cries over the loss of one of his children. I like to believe that because it shows he cares. 

    With all our bottled up energy released we run out onto the marsh and let the cold fat raindrops fall on our skin. Further away from the house we run, following the calls of the frogs, crickets, and birds beckoning us to play.  

    I don’t know why God would cry. He finally gets to meet his children, maybe he cries for the families. 

    We hop around, jumping in the puddles and running into the forest of towering cypress trees. It’s darker than normal but the rain makes it nice. Hopping and splashing we travel deeper and deeper into the forest further from Mama and the house. 

    The families of the children who go missing need God’s care the most. 

    The deeper we go the more the birds and the frogs and the crickets chirp. We run around the trees playing our own sort of games. The rain falls harder and the crickets fade out. We play hide and seek and the birds stop singing. The rain falls even harder. When we play tag the frogs stop chirping. Only after all of us have been tagged do we stop to listen. 

    Maybe the children who have been lost need God’s care the most. God’s care provides them with comfort and shelter, God’s care makes them feel safe. 

    With the birds and the crickets and the frogs gone it’s silent except for the rain. We look around for the little creatures, the ones that urged us to play. We become frantic because for some reason these little creatures have become our sanctuary, and they aren’t talking to us anymore.

    When we find nothing a chill crawls up our spines, clawing its way up and leaving us cold. We start to wonder, maybe the frogs, and the crickets, and the birds were trying to warn us, trying to send us home. 

    Maybe God cries for his lost children and maybe he cries for their families, but maybe God cries for the children he couldn’t save. 

    And when we are all pressed up against each other looking for safety, a voice rings out. Its scratchy and hoarse but its words are crystal clear.

     “The animals don’t speak to the dead.” 

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  • Resenha: A Mulher na Janela⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Anna Fox é uma mulher solitária que devido a sua agorafobia causada por um trauma, não consegue sair de casa. Ela passa seus dias bebendo muito vinho, conversando ao telefone com sua família e espiando a vida de seus vizinhos. Uma nova família chega a rua e Anna se vê mais ligada com eles do nunca. Ela pensa ter visto um assassinato e tem plena certeza disso mesmo todos dizendo que nada aconteceu.

    A Mulher na Janela é um suspense muito bem construído. Simplesmente o peguei para ler e não consegui parar até que estivesse na última página, eu passava o dia pensando nele até que pudesse pegar para ler mais um pouco. A protagonista, Anna, é uma mulher com um passado triste e aos poucos isso é trabalho no livro, vamos entendendo parte por parte o porquê que a moça não sai de casa há um ano. Desde toda a relação com sua família, até em seu ambiente de trabalho.

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    O livro me deu uns bons nós na cabeça. Em muitos momentos eu já não sabia mais quem estava dizendo a verdade e se o que eu sabia realmente havia acontecido. Fora os plots do livro que são absurdamente bons, em especial um, que muda totalmente a sua percepção sobre o livro e sobre a Anna Fox.

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    Além da protagonista, os outros personagens também são muito bem explorados. O autor consegue fazer com que todos pareçam suspeitos, e acabamos até construindo uma certa empatia sobre alguns. E senti que foi exatamente isso o que o autor queria, que você se apegasse a personagens em especial para depois, no próximo capítulo uma revelação te fez mudar o jeito como você o via. Confesso que um dos meus maiores tombos em relação a personagem está nesse livro e só quem já leu sabe do que eu estou falando.

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    Apesar de dar a impressão de que as coisas só acontecem realmente nas últimas páginas do livro, percebi depois que cada coisa foi encaixada exatamente onde deveria, após ler a última página percebi como tudo fazia sentido. A narrativa deste livro é perfeita sem defeitos.

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    E o que dizer do final? Eletrizante. Fiquei aflita com o conflito final que rendeu umas boas lágrimas. Fiquei mais do que aliviada com o SPOILER!!! final feliz da Anna, que após ter passado por tanta coisa, sua vida finalmente seguiu para um rumo calmo e cheio de esperança.

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    Outro aspecto incrível de A Mulher na Janela é que Anna é psicóloga, então o livro é rico em informações a respeito de agorafobia, medo, psicopatia e um pouco mais sobre a mente humana.

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    E essa foi a resenha de hoje, espero que tenham gostado. Já leram A Mulher na Janela? O que acharam?

    PS: O livro está sendo adaptado para o cinema. Espero que façam um bom filme digno para esse livrão e não vejo a hora de conferir o resultado!

    PS 2: Foto autoral, resenha disponível também no meu ig literário @/resenhandoparagrafos

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